Que vergonha Maduro!

Em condições normais, para os padrões socialistas, Maduro teria sido eleito com folga e sem contestação. Ele não só dispõe de acesso irrestrito ao aparato midiático estatal, o sonho da esquerda em todo lugar no mundo, como comando o tribunal eleitoral. A presidanta do orgão que supostamente garante a lisura do pleito não tem a menor vergonha de se deixar fotografar vestida de chavista e declarar seu amor pelo tirano que está dando um passeio com Caronte para seu novo lar. Se é que lá já não chegou!

Pois é, mas a vitória foi apertadíssima. É preciso ser muito idiotizado para acreditar que as eleições venezuelanas não foram uma verdadeira fraude. O que ficou claro é que o chavismo é um movimento popular, mas não tanto quanto se imagina. Esses tontos costumam achar que os cubanos apoiam em massa aquele outro facínora, que também tem o nome em um livrinho do barqueiro.

É interessante que mesmo a União Soviética, com todo seu aparato de repressão, ainda precisasse mentir para o povo para manter o poder. O que indica que o poder nunca é absoluto. O mesmo acontece na Venezuela. Para manter a ditadura construída pelos chavistas foi preciso se apoderar dos meios democráticos e construir uma gigantesca rede de desinformação e propaganda. Ou seja, apenas com mentira da braba é possível manter uma situação destas.

E a verdade, como alertava Tomás de Aquino, é filha do tempo.

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