Tietes

O compartamento de boa parte da imprensa norte-americana, especialmente da CNN, na festa de Obama é indecoroso para dizer o mínimo!

Tem correspondente se comportando como fãs, inclusive desmaiando e precisando de sais para se recuperar ao ver Obama passando! Isso é nojento! É a traição dos intelectuais! São pessoas que tinham o dever de informar e passam o tempo todo procuando evidências para mostrar que são mais inteligentes que seus espectadores.

Por isso que a audiência só cai ano a ano. A mídia está perdendo o que sobrou de sua credibilidade, cada vez mais rapidamente. Deveriam ter vergonha na cara.

O que mostra que Platão e Aristóteles estavam certos. Para buscar a verdade, o caráter é essencial e não opcional.

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Celebração do fracasso

Hoje começa o segundo mandato do Sr Barack Obama.

Em um mundo ideal, que obviamente não existe, depois de eleito o político é avaliado pela população que decide na hora da reeleição se deve continuar no cargo ou não. Suas promessas de campanha são verificadas, seu desempenho avaliado.

O governo Obama só pode ser classificado como um fracasso total, em todas as áreas. Até o assassinato de Bin Laden foi um lambança. O homem era para ter sido capturado vivo e em segredo; obviamente tinha muita coisa para contar. Ninguém me tira da cabeça que foi feito uma boa e velha queima de arquivo.

Na economia, nem se fale. Aplicar novamente as políticas fracassadas do governo Roosevelt, que prolongaram a grande depressão, 80 anos depois, sob aplausos do idiota do Paul Krugman, só pode ser uma grande piada de mal gosto. Combater dívida fazendo dívida, só na cabeça de um bando de deslumbrados mesmo! E haja intelectual seduzido com tanta imbecilidade junta!

O velho populismo latino-americano migrou para os Estados Unidos junto com a imigração. Décadas da idiotia politicamente correta só poderia dar nisso, nas duas vitórias de um farsante como Obama. Tirando a propaganda, não sobra nada de substância no Mr Teleprompter. Só palavras de ordem vazias de conteúdo, mas que nos fazem sentir bem por estar promovendo um suposto mundo melhor, mesmo que na prática esteja se fazendo exatamente o inverso.

Hoje se celebra o fracasso na América. Para tristeza das futuras gerações que pagarão pelos erros da atual.

Sob aplausos do beatiful people.

Uma trapaça monumental

A coisa está fedendo para o lado de Obama, mais uma vez. Lembram do atentado à embaixada americana na Líbia que vitimou seu embaixador?

No dia seguinte a versão da casa branca foi espalhada na mídia sem o mínimo de crítica da imprensa bovina mundial. Tudo não passava de uma reação a um vídeo, muito mal feito por sinal, colocado no youtube. Hillary Clinton em pessoa endossou a versão.

Aos poucos foram aparecendo os indícios que na verdade se tratava de um ataque terrorista; pior, que o embaixador pediu desesperadamente o reforço da segurança da embaixada porque já tinham informações do que aconteceria. Descobriu-se que 24 horas depois do atentado, o governo americano já sabia do que se tratava e levou inacreditáveis 14 dias para reconhecer que se tratava de um ataque terrorista.

Mas você não viu nada disso na imprensa, não é? Nem mesmo que Hillary Clinton está assumindo toda a culpa para limpar a barra do chefe. Tudo mostra o ponto miserável que a grande imprensa tomou nos últimos tempos, especialmente no Brasil onde a cobertura internacional se resume a uma leitura do New York Times e reportagens da CNN. Foi-se um tempo em que o reporter se fazia perguntas sobre a matéria que escreveria, tentando encontrar os pontos falhos. O que existe é um indosso completo dos porta vozes oficiais.

A coisa está piorando ainda mais no caso da embaixada. Agora se sabe que o governo americano sabia da natureza do atentado 2 horas depois da morte do embaixador! Mesmo assim continuou na pantomina de culpar um vídeo do youtube para tentar escapar da responsabilidade pelas mortes. Imaginem a gritaria se tudo isso fosse obra do Bush! O mundo teria caído sobre sua cabeça e a palavra ordem seria crime de responsabilidade.

Aliás é curioso, uma embaixada americana é atacada a bombas em um 11 de setembro e se fica em dúvida se seria um ataque terrorista? Não se deixem enganar, como dizia Marx, o que entendia da natureza humana e não o dos furúnculos, tem jeito de terrorismo, parece terrorismo, tem cheiro de terrorismo mas no fundo… é terrorismo! Essa até o Lewandoski seria capaz de enxergar, aliás o nosso eminente juiz teria absolvido Hitler por falta de provas… Deixa para lá.

Como é Obama, os jornalões tratam de varrer a sujeira para debaixo do tapete e executar uma política de redução de danos. No Brasil, o melhor é manter o silêncio mesmo.

É bom que o eleitor americano faça a coisa certa agora em novembro. Para todos nós.

Romney vence a primeira batalha

Até a CNN foi obrigada a reconhecer, Romney foi melhor no primeiro debate entre os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos, o que, na prática, significa que foi bem melhor. Em termos práticos o que isso significa?

Bem, vai depender dos dias seguintes ao debate, particularmente da repercussão, o que está sendo pior para os Democratas do que o próprio debate em si. Chega a ser patético o desabafo do jornalista Chris Mattews com o desempenho fraco de Obama ontém logo depois do encerramento do debate, assim como a tentativa de justificativa da equipe do presidente.

Quem lê a cobertura brasileira pela imprensa, na prática uma leitura do NT Times e da CNN, imagina que Obama está nadando de braçadas para vencer as eleições. Não é bem assim. Está com uma vantagem nas pesquisas, mas longe de ser confortável, ainda mais depois de um período onde Romney apanhou da assessoria de imprensa do partido democrata, vulgo CNN e MSNBC, por ter dito a verdade em um encontro privado. O fato é que a eleição está totalmente aberta e não fosse Obama uma celebridade que transcende a política, estaria morto pelo próprio peso dos resultados desastrosos de suas políticas. Como é quem é, o jogo está aberto e está na frente.

Ao contrário do que muita gente pensa, e os analistas vivem propagandeando, debates não influenciam tanto assim no resultado das eleições, a não ser que um candidato tenha um verdadeiro desastre diante das câmeras, o que é muito difícil acontecer tamanho o profissionalismo envolvido na preparação. Esse negócio que debate pode decidir o voto dos indecisos não me convence, embora a repercussão do debate tenha alguma importância.

De resto, resta cada vez mais evidente que o modelo brasileiro é um desastre por si só. Aquela estória do mediador com relógio na mão, regras fixas e a absurda intromissão do TSE que obriga a televisão a dar espaço para gente que ninguém quer ouvir, resulta-nos um somatório de equívocos e uma imensa perda de tempo. Romney e Obama passavam a palavra um para o outro de forma civilizada, dando uma dinâmica para o debate que por aqui não existe nem em sonho.

Ontem parece que Romney venceu uma Batalha. Haverá outra, assim como as semans de campanha ainda pela frente. Os Democratas não vão ficar parados, ainda mais que não sabem perder. Vem chumbo grosso aí.

Com promessa de emoções.

O problema da gafe de Romney

A imprensa liberal americana, desculpe o pleonasmo, está fazendo a festa com a gafe do candidato republicano que disse que 47% dos americanos votariam em Obama de qualquer jeito pois seriam dependente do estado.

O problema da gafe de Romney é que seu raciocínio é lógico; o que não quer dizer exatamente que seja verdade.

Um candidato defende claramente os benefícios do estado; outro defende a diminuição do tamanho do estado. Em quem uma pessoa que depende do estado para viver votaria? A lógica aponta exatamente para o que Romney disse.

Eu, de minha parte, acredito que o homem sempre pode superar a si mesmo e ao seu meio. Que mesmo vivendo às custas do governo pode querer algo mais para si mesmo e sua família do que viver às custa de governo. É isso que Romney tem que tentar convencer: que é possível vencer por si próprio. É uma tarefa hercúlea, mas daquelas que valem a pena.

Um dia esses eleitores vão entender que a esquerda sempre terá um interesse especial em sua pobreza. É sua maior fonte de votos; em qualquer lugar do mundo. Por que um governo de esquerda iria querer tirar alguém da pobreza se estes votos são fundamentais para se manter no poder?

Pensem nisso.

Primavera árabe faz mais uma vítima

Só se iludiu com a primavera árabe quem quis. Sim, Kadafi era um tremendo de um mau caráter e bandido, mas o que foi colocado em seu lugar? Como o apoio explícito de Obama, França e Inglaterra se uniram para interferir em uma guerra civil e escolher o governo líbio. Nenhum dos lados era flor que se cheirasse, mas pelo menos um deles não representava mais perigo para o ocidente.

Escolheram o lado anti-ocidente e o resultado não para de se mostrar ao longo do mundo árabe. Agora mataram o embaixador americano na Líbia. Não estou dizendo que foi o governo líbio que praticou o ato, mas sim que criou as condições para que os assassinos se sentissem suficientemente livres para fazer o que quiseram. Assim como o próprio governo americano faz ao namorar extremistas islâmicos.

E o que faz Mr Obama? Em plena campanha eleitoral, declara que a justiça será feita. Li em algum lugar que sempre que alguém brada por justiça no fundo quer mesmo é vingança! Bonito para um nobel da paz, não? E como fica aquela estória que os republicanos são belicosos e os democratas pacifistas? A gestão democrata só conseguiu até agora transformar o Oriente Médio em uma confusão muito maior do que quando assumiram o governo.

Que os eleitores americanos façam a coisa certa e tirem esse pessoal do comando da política externa americana. Só está fazendo o mundo mais inseguro do que era há quatro anos.